É um truísmo corrente dizer que “sem passado, não há futuro!“
Mas, também não é menos acertada a afirmação de que “ninguém aprende com a experiência alheia!”
Se acreditarmos que a primeira asserção é verdade incontestada, então vale a pena fixar o passado; se priorizarmos o conteúdo da segunda, quaisquer memórias são mero deleite pessoal.
Provavelmente, nas doses adequadas, as duas afirmações não são exclusivas e cada uma delas tem o seu quinhão de verdade.
É que, na vida, umas vezes, aventuramo-nos por trilhos desconhecidos e inovadores; outras, desbravámos florestas de pensamentos ainda virgens e cruzámos territórios inexplorados. Contudo, mais vezes do que deveríamos, passámos anonimamente pela vida sem correr o risco de pensar e agir por conta própria. Limitámo-nos a deslizar pachorrentamente “na corrente” das existências sem história!
Na última destas situações, à vida que passou por nós e nada lhe acrescentámos! Enchemos o tempo trivial com a reprodução mimética de vivências comuns e a repetição acrítica dos temas em voga. Num quotidiano anónimo e monótono, não fizémos nada seja passível de ajudar a construir sobrevivência e a garantir imortalidade… Vivemos absolutamente “normalizados” e, à morte, seremos apenas poeira levada pelo vento!
Ao contrário, quando, correndo o risco de viver, decidindo atirar-nos para o desconhecido, poderemos ser os autores de uma experiência inovadora, de um pensamento criador e de uma vivência fecunda que valerá a pena registar e perpetuar para, de algum modo, poder aproveitar a quem dela se quiser socorrer.
Foi por isso que nos decidimos a criar um blog que, sem nada de académico, será sempre pautado pelo rigor, quando isso for exigido.
Se estas memórias, visões, sonhos e frustrações que, seleccionados pelo crivo pessoal da nossa experiência e decantados pelo do tempo, tiverem algo de aproveitável para algum dos eventuais leitores, sentir-me-ei plenamente recompensado por tê-las escrito.
Se não, esqueçam-nas e sigam em frente!
O seu blog é muito interessante e lamento só o ter descoberto agora. Verifico também que jácá não escreve há uns tempos.Espero que tal não resulte da “inexorável lei da vida”, ou seja, de problemas de saúde…
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Obrigado pelo seu comentário.
Tem razão sobre a “falta” de novos artigos. Felizmente, deve-se apenas à falta de tempo.
Prometo voltar em breve!
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Caro bloguista, parabéns pelo rigor. O meu avô foi contratado pela Diamang pouco antes do Redinha, em Janeiro de 1935. Luís Costa, mecânico (especialista em máquinas a vapor).
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Boa tarde, caro Alberto Santos!
Meu nome é Tamara e trabalho em um escritório de licenciamento de imagens e textos em São Paulo, Brasil.
No momento, estou trabalhando em um livro didático para Associação Cultural Cachuera! (www.cachuera.org.br), cujo título será “Batuque de Umbigada: Tietê Piracicaba e Capivari”. Trata-se de um livro sem finalidade lucrativa que será entregue gratuitamente nas escolas brasileiras.
Os editores desejam reproduzir neste livro algumas fotos e ilustrações de José Redinha, publicadas em “Instrumentos musicais de Angola: sua construção e descrição: notas históricas e etno-sociológicas da música angolana”. Fotos 15 e 16; figuras 54 e 74.
Mas encontro dificuldade em fazer contato com representantes das obras de Redinha para solicitar autorização de uso no livro. Tentei pela Diamang Digital, Museu da Ciência, Museu de Antropologia de Angola, mas sem sucesso até o momento.
O senhor saberia me orientar com quem posso fazer contato?
Meu e-mail é tamara@tempocomposto.com.br
Agradeço desde já.
Um abraço cordial,
Tamara Queiroz
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Gostei imenso da homenagem a José Redinha…sou coleccionador de arte africana e o seu trabalho diz-me muito Parabéns
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Muito obrigado pelas suas palavras amáveis.
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Boa tarde, caro Alberto Santos!
Meu nome é Tamara e trabalho em um escritório de licenciamento de imagens e textos em São Paulo, Brasil.
No momento, estou trabalhando em um livro didático para Associação Cultural Cachuera! (www.cachuera.org.br), cujo título será “Batuque de Umbigada: Tietê Piracicaba e Capivari”. Trata-se de um livro sem finalidade lucrativa que será entregue gratuitamente nas escolas brasileiras.
Os editores desejam reproduzir neste livro algumas fotos e ilustrações de José Redinha, publicadas em “Instrumentos musicais de Angola: sua construção e descrição: notas históricas e etno-sociológicas da música angolana”. Fotos 15 e 16; figuras 54 e 74.
Mas encontro dificuldade em fazer contato com representantes das obras de Redinha para solicitar autorização de uso no livro. Tentei pela Diamang Digital, Museu da Ciência, Museu de Antropologia de Angola, mas sem sucesso até o momento.
O senhor saberia me orientar com quem posso fazer contato?
Meu e-mail é tamara@tempocomposto.com.br
Agradeço desde já.
Um abraço cordial,
Tamara Queiroz
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